Palavras de quem fez o blog
Acreditei que daria certo, repensar a vida, mudar a ótica. Cheguei a autoafirmar meu estado pleno, não feliz, mas aconchegante, confortável. Profanei não falar mais nada. Fazendo umas flores artesanais, enquanto fazia o nó com a linha no fim dos pontos, minha cabeça vazia apenas passava sensações. Quando abria este blog me sentia aliviado por não mais precisar dele. Senti o gosto de estar longe dos sentimentos de traição, de mordaça, nostalgia, decepção. Não basta saber encarar as coisas. Um sanitário. Uma tragédia. Um desvaneio. Agora não posso mais sentir o gosto doce. É como uma fruta estragada que você come, sente a textura, o extrato, mas sempre acaba com aquele gosto amorgo. Provoca vômito.