Como regra, ouço do 'Pagador de Contas' caminhões de lixo sobre meu ser.
Quando bate na tecla sobre eu me empenhar para os outros e não pra ele, sinto aquela fraqueza em todos meus músculos. Meu cérebro fica sem força para ser racional, pois quanto a isso me vem aquele tal de 'eu te repeito, se você me respeita construímos então uma relação translógica, que me cobra o melhor empenho'.
Egoísta.
Me preocupo tanto com meus pensamentos, minhas ações, meus reflexos.
Ser profundo, o que pra mim é uma virtude, acaba se mostrando uma navalha. Quantos já feri. Quantos ainda ferirei.
Querendo o respeito mútuo atropelo meus valores nas minhas relações mais simples.
Reconheço que gostaria de ser exclusivo para saciar as vontades promiscuas de meus mais próximos, mas resisto, me respeito. Se me levar à arrependimentos, solidão, incerteza, é o preço que tenho que pagar por fazer minhas escolhas(por mais imaturas que sejam).
Mesmo que eu não chegue a lugar algum 'fazendo o bem a num sei quem', vou continuar fazendo-o quando me sentir na condição de fazê-lo. Não acredito que cavalo dado não se olha os dentes, o que é mal feito tem um mal resultado, seja quando for. Talvez eu tenha achado a fórmula do arrependimento.